Este ano era pra ser especial para o Joinville Esporte Clube. Depois de ter ficado um semestre inteiro parado por falta de calendário, todos acreditavam que desta vez o time finalmente iria voltar para uma competição nacional. Patrocínios foram arranjados, jgadores contratados, tudo estava correndo bem, mas o final, mais uma vez, não foi feliz.
O catarinense começou, o JEC arrasou e a vaga para a série D parecia ser inevitável, pois Metropolitano e Chapecoense (dois clubes que tambémtinham reis chances de se classificar) não estavam indo bem. Mas nas duas últimas rodadas, o tricolor deixou de garantir classificação para o quadrangular. Leandro Campos foi demitido e Gelson da Silva foi contratado para corrigir os erros da equipe.
No segundo turno, o Joinville estava 100% até a quinta rodada e tudo parecia bem novamente. Mas, para variar um pouco, o time amarelou de novo somando apenas um ponto nos últimos quatro jogos do returno, e assim, conseguiu a classificação como o segundo colocado na tabela geral deixando de ganhar o ponto extra. Com estes resultados, o JEC entreou em crise e teve um começo desastroso no quadrangular, somando apenas um ponto em três jogos, o que resultou na demissão de Gelson da Silva. Sergio Ramirez chegou para tentar a classificação quase impossível. Venceu os três jogos que restavam, mas o time da maior cidade do estado não dependia só dele e, por isso, a Chapecoense fez sua parte e se classificou para a final e também para a série D.
É lamentável ver o time de maior torcida de Santa Catarina nessa situação. Um time que já deu trabalho aos gigantes do futebol brasileiro, que foi 12 vezes campeão catarinense e que sempre revela bons jogadores para o futebol nacional não pode continuar sem calendário. É hora de toda a cidade se mobilizar para ajudar o clube, pois uma cidade com tantas indústrias como Joinville tem condições e merece um time pelo menos na segunda divisão nacional.
O jeito é esperar até o ano que vem, quando o JEC "acordará do coma" para lutar e deixar a respiração por aparelhos e assim, tentar rtornar ao lugar de onde nunca deveria ter saído, a elite.
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